Advocacia especializada em Leilão de Imóveis e Direito Imobiliário

Assessoria jurídica estratégica para investidores que querem investir em imóveis de leilão com segurança em todas as etapas, da análise do edital à posse efetiva.

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Rodrigo Mai de terno escuro e gravata, braços cruzados, olhando para a câmera
Nossa expertise

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Serviço completo

Assessoria completa em leilão de imóveis

Acompanhamento integral em todas as etapas, do edital à posse

  • Perfil do investidor
  • Oportunidades selecionadas
  • Viabilidade financeira
  • Análise de riscos com parecer
  • Estratégia de lances personalizada
  • Arrematação assistida
  • Pós-arrematação completo
  • Desocupação, se necessário
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Nossos Diferenciais

Leilão de imóveis não é aposta, é estratégia. E ela começa por quem você escolhe estar ao seu lado nessa caminhada.

  • Especialização

    Atuação exclusiva em leilões de imóveis e Direito Imobiliário, garantindo que cada caso receba a atenção de um especialista na área.

  • Visão financeira

    Toda oportunidade é analisada com um olhar financeiro, de forma que os investimentos estejam de acordo com o perfil de interesse do investidor.

  • Comunicação centralizada

    Quem analisa o edital é quem conduz a operação e quem responde às suas dúvidas. Sem intermediários, sem perda de contexto entre etapas.

  • Decisões informadas

    Você acompanha cada etapa com informação objetiva sobre riscos, prazos e cenários, de forma que nenhuma decisão seja tomada no escuro.

Rodrigo Mai sentado à mesa do escritório, com notebook aberto e estante de livros jurídicos ao fundo
Quem somos

Rodrigo Mai Advocacia

Somos um escritório de advocacia especializado em Leilão de Imóveis e Direito Imobiliário. Atendimento presencial em Dois Irmãos/RS e região, e online em todo o Brasil.

Construímos cada operação a partir de três pilares: profundidade técnica, transparência de comunicação e visão financeira. Nosso objetivo é entregar segurança jurídica para quem investe em imóveis arrematados.

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Nossa seção de perguntas frequentes oferece respostas a dúvidas comuns.

Vale a pena comprar imóvel em leilão?

Pode valer, dependendo do imóvel e da análise prévia. Leilões costumam ter valores abaixo do mercado, mas o desconto só se converte em ganho real quando dívidas, ocupação e pendências registrais são mapeadas antes do lance. O que define se vale ou não a pena é a análise prévia, de riscos e de viabilidade financeira, não o percentual de desconto anunciado.

É seguro quando a operação é analisada antes. Os riscos existem e são conhecidos: dívidas de condomínio e IPTU, imóvel ocupado, gravames na matrícula, ações que podem anular a arrematação. Todos podem ser identificados na leitura do edital, da matrícula e do processo. O problema não é o leilão, mas sim arrematar sem esse cuidado.

Não é obrigatório para dar o lance, mas passa a ser necessário na maior parte das etapas seguintes. Registro, ITBI, baixa de gravames e, principalmente, a imissão na posse envolvem atos que só um advogado pode conduzir judicialmente. A análise prévia do edital também exige leitura técnica do processo.

Os mais frequentes são: imóvel ocupado pelo antigo proprietário ou por terceiros, dívidas de condomínio e IPTU que acompanham o bem, gravames não baixados na matrícula, ações judiciais que podem anular a arrematação e divergências entre a descrição do edital e a situação real do imóvel. Essas são apenas algumas das situações que ligam o sinal de alerta.

O edital, a matrícula atualizada e o processo que originou o leilão, resumidamente. É neles que aparecem a modalidade do leilão, as condições de pagamento, quem responde pelas dívidas, se há ocupação e se o procedimento foi regular. A visita ao imóvel, quando possível, completa o quadro e é recomendada.

Pode, e é comum. O edital nem sempre informa a situação real de ocupação. Quando há ocupantes, a desocupação fica sob responsabilidade do arrematante e é conduzida judicialmente por meio de imissão na posse. É um cenário previsível e administrável, desde que identificado antes do lance, para entrar no cálculo de custo e prazo.

Depende da situação do imóvel. Quando está desocupado e sem pendências, o processo de registro e transferência costuma ser mais curto. Havendo ocupação, o prazo passa a depender de acordo com o ocupante ou da tramitação judicial da imissão na posse, que varia conforme a comarca e a resistência do ocupante.

Depende do edital e do vendedor. Leilões da Caixa e de alguns bancos admitem financiamento ou parcelamento, com regras próprias em cada edital. Já em leilões judiciais, a possibilidade de parcelamento está prevista em lei, mas sujeita a condições. A resposta está sempre no edital do leilão específico.

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